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Boa leitura!
Deadly love – oitava parte
- Mas delegado...será que ele não resolveu passar em algum lugar antes de ir para aí?! – perguntou, tentando manter-se calmo.
- Eu espero que sim...eu realmente espero Koji... – falou o delegado suspirando pesadamente – De qualquer forma...se você conseguir falar com ele, me avise sim?
- Certo...eu ligo sim, delegado. – desligou o telefone, começando a preocupar-se.
- Confortável? – o general vestia sua farda do exército, enquanto caminhava calmamente de um lado para o outro, carregando uma metralhadora pequena. Parou, olhando para o detetive – Heh Ryoma, gostou da sua instalação? eu mesmo a providenciei.
- K-ashima?! – Ryoma estava paralisado. Será que era isso que o delegado queria lhe falar? E ele estava praticamente à mercê do general. Isso era muito ruim.
- Hah! Como? Hum...vejamos, eu sou uma pessoa de influência, e como você sabe em qualquer lugar do mundo, se você tem influência no governo, você nunca é pego. Surpreso? Mas você vai ficar ainda mais surpreso, porque eu posso fazer isso daqui ficar ainda melhor. – sorriu de forma sarcástica, abrindo uma porta, estava o pai de Koji, amarrado em uma cadeira e amordaçado – Agora espere um minutinho, eu tenho que buscar a estrela, nosso ator principal – e assim saiu do local.
Ryoma encarava o homem com o olhar horrorizado. Não...aquilo não podia estar acontecendo novamente! Ele tentava desfazer o nó que o prendia, um trabalho de horas tentando ser realizado em minutos. Seus pulsos começando a doer com a fricção.
Koji estava preocupado dentro de casa, seu pai havia saído para trabalhar e Koji encontrava-se sozinho, completamente preocupado com seu koi.
- Senhor Hanabi...gomen... – sussurrou o detetive enquanto tentava se soltar. Ele se aproximou desajeitadamente do pai de Koji, com dificuldade devido suas pernas atadas – É minha culpa...você ter que passar por isso...mas eu prometo...vamos sair um ponto final nessa historia.
Cantarolando uma música Kashima foi dirigindo seu carro ao local onde estaria o ator principal, aquele que daria toda a graça para seu cenário já montado. Podia visualizar em toda a sua mente o espetáculo que seria poder acabar de vez com a vida de Ryo. Como seria lindo vê-lo ser morto pela pessoa que mais amava, ou poderia ser mais divertido ainda ver o filho matando o próprio pai. Deixou um sorriso mais aberto surgir em seus lábios.
- Boom! – exclamou ao estacionar o carro na frente da casa de Koji, preparando uma arma de dardos tranqüilizantes, não correria o risco de ser visto por Koji e alarmar os vizinhos. Calçou luvas de couro e foi caminhando, verificando a fechadura que já estava destrancada, abrindo a porta e caminhando silenciosamente.
Koji estava na cozinha tomando um copo de água, quando de repente sentiu uma picada em seu pescoço e tudo apagou.
- Esplêndido! – Kashima exclamou e saiu arrastando o garoto sem que ninguém visse para seu carro.
Com muita dificuldade, Ryoma e o pai de Koji tentaram se soltar, ambos juntando as mãos e tentando soltar os nós das cordas. Tentando fazer isso antes que o general louco voltasse.
Com o garoto adormecido ia dirigindo, ligando o rádio, ouvindo uma bela música clássica. Em alguns minutos já estava no local, carregou-o para um local, tirando completamente suas roupas e vestindo-o com uma farda de exército, com uma plaquinha de identificação com o nome de Kohaku.
- Agora está perfeito! – sentou o garoto em uma cadeira de rodas e empurrou-a para a sala onde estavam seu pai e Ryo – Agora o palco está armado! E nosso ator ainda está dormindo, mas logo ele irá acordar! – caminhou-se na direção de Kojiro e começou a acariciar o rosto do garoto, deixando aquilo bem visível para os dois homens – Quando acordar, nosso querido Kohaku terá de escolher...qual homem ele ama mais? Será o seu papai, ou será seu soldadinho de chumbo?
- KOJI!!!!! Seu filho da puta, miserável!!! – Ryo tentou com todas suas forças se soltar daquela corda enquanto sentia seus pulsos doerem devido ao esforço pra se soltar, sua cicatriz no braço e nas costas, onde levara o tiro a duas semanas, doendo com o esforço.
Koji já estava despertando, sentindo-se zonzo, tentando focalizar aquilo que via.
- Ora, vejam só! Kohaku já está acordando e agora, estamos todos em posições! – Kashima sacou a arma apontando para a cabeça do pai de Koji – Agora, é a hora de ele provar que Ele deixará você vivo ou o papai dele! Escolha difícil, não? Mas será assim! Ou esse teatrinho não terá graça nenhuma!
- Maldito... – sibilou baixo o detetive, seu coração se apertando ao ver a posição que seu Koji se encontrava. E aquele louco o chamando de Kohaku só deixava seu sangue fervendo mais ainda. Ele tentou avançar, mas ficava difícil preso daquele jeito.
Koji conseguiu despertar completamente e se desesperou ao ver Ryo amarrado na cama, quando foi para soltá-lo ouviu uma voz que o amedrontou.
- Ah,ah! Não senhor – engatilhou a arma e voltou a apontar para a cabeça do pai de Koji – Para que tanta pressa? Viu só? Ele ama mais o detetive que o próprio pai, nem mesmo se importa se eu estourar os miolos do senhor!
Ao ver Kashima apontando uma arma para a cabeça de seu pai, desesperou-se.
- Maldito!! Porque não me mata de uma vez Kashima??? – gritou o Ryo. Ele preferia ser morto do que ver seu Koji sofrendo daquela maneira. Ele sentia as cordas começarem a ceder, mas ela ainda apertava seus pulsos.
- Por que eu não te mato de uma vez? Tsc, pensei que você já sabia a resposta Ryo. Sabe, não valeria de nada eu montar esse cenário todo, para eu mesmo acabar com você. Não teria a mínima graça! Agora vamos Kohaku, escolha, quem você mais ama?
Ryo olhava desesperado, seu corpo se inclinando pra frente, tentando se soltar. Agora eles não tinham como escapar. Parecia que ele voltava a ter vinte anos, sendo reprimido por um general com grandes poderes no exército. Ele fechou os olhos enquanto, sem que pudesse evitar tímidas lágrimas inundavam seu olhar.
- Vamos Kohaku! Não temos todo o tempo do mundo! – apertou um pouco mais o gatilho de sua arma – Se não andar depressa, seu papai vai morrer também, e você não quer isso, ou quer?
Ele inclinou-se mais pra frente e sentiu a corda arrebentar, ferindo seu pulso no processo. Ele sentiu o sangue começar a escorrer. Então meio que engatinhou na cama com um único objetivo: acabar com a raça daquele general maldito.
- Eu posso morrer...mas levo você comigo Kashima!!!!!
- O que?! – ficou mudo de repente ao vê-lo se libertar.
Koji estava parado completamente mudo, amedrontado com tudo, ainda sem conseguir processar tudo o que estava havendo, tudo o que lembrava era das palavras de ele ter que escolher qual das pessoas que mais amava sobreviveriam.
Ryoma se arrastou pela cama, tentando tiraras cordas que prendiam seus pés no processo, todo o lençol se manchando do sangue que saía dos seus pulsos e da ferida na sua cabeça. Ele então chegou perto do general e sentiu a arma ser apontada na sua testa.
- Eu não tenho...mais medo de você...Kashima...
- Mesmo? – ao apertar o gatilho de sua arma, soou o estalo, o tambor girou, mas nenhum tiro saiu de lá – Bang – sussurrou...antes de levar o tiro que o matou.
Ryoma fechou os olhos, pensando com força que teria que deixar Koji. Mas então ouviu o tiro e sentiu o corpo de Kashima inclinar-se e cair com um baque pesado a sua frente. O detetive caiu de joelhos, segurando o pulso machucado, todo seu corpo incrivelmente pesado e cansado.
Koji se desesperou ao ouvir o disparo, nem mesmo quis ver quem havia caído no chão, temia que fosse Ryo ou até mesmo seu pai, se encolheu no lugar onde estava chorando de maneira desesperada.
O detetive foi devagar até onde o pai de koji estava ainda amordaçado. Então soltou-o, virou-se na porta e deu um sorriso aliviado ao ver quem era.
- Sakio... – sussurrou, vendo o delegado aproximar-se.
- Vai ter que parar de achar que sou sua babá Ryoma... – disse o delegado num tom sarcástico.
Kojiro chorava compulsivamente encolhido no chão, nem mesmo vira quem havia morrido, tinha medo de abrir os olhos e de ver ou seu pai, ou Ryo estendido morto no chão.
- Senhor...acho...que agora posso dizer...que está tudo bem... – disse Sakio enquanto ajudava o pai de Koji a se levantar. Os dois observavam Ryo andar em direção ao garoto.
O detetive engatinhou fraco em direção ao seu koi, um desespero tomando conta do seu coração.
- Koji? – ele sussurrou enquanto tocava no braço dele lentamente, seu corpo cansado e ferido o fazendo se sentir fraco. Mas precisava ter certeza que Kashima não fizera nada com ele.
Instintivamente Koji encolheu-se mais ainda, soluçando ainda desesperado com tudo aquilo.
- Koji...sou eu... – Ryo se sentiu mais desesperado. Seus olhos começavam a ficar cheios de lágrimas novamente. Ele então abraçou o jovem, sujando-o com seu sangue, murmurando no seu ouvido – Você está bem? Ele não...fez nada com você...não é?
Ao ouvir a voz de Ryo, puxou-o para perto de si, agarrando-o, ainda chorando desesperado, nem mesmo conseguia dizer nada, estava impossível para ele falar.
- Koji...Koji... – balbuciou o nome do jovem, embalando-o entre seus braços, como se pudesse espantar algum demônio que quisesse assusta-lo. Um demônio que estava morto.
- Venha, senhor Hanabi...acho melhor deixa-los... – o pai de Koji olhou o filho e balançou a cabeça, concordando. Ele sabia que o filho estava em boas mãos.
Koji se abraçava mais ao detetive, ainda chorando, era impossível se acalmar, ainda mais quando se lembrava das palavras de Kashima, aquilo o desesperava cada vez mais.
- Shhh...meu Koji...calma...acabou...acabou... – sussurrou Ryoma se encostando na parede, e abraçando o jovem que estava encostado em si entre suas pernas. Ele então deu um beijo carinhoso no rosto dele, lágrimas começando a escorrer de seus olhos.
- Ryo... – sussurrou, acalmando-se lentamente, conseguindo fazer sua razão voltar, aquilo tudo o traumatizara e o desesperara – Ryo... – se agarrou mais ainda no detetive, agora só soluçando.
- Vamos...sair...daqui.... – ele respirou fundo, a fraqueza em seu corpo aumentando – Deixar tudo isso pra trás...de uma vez... – ele limpou com os dedos ensangüentados as lágrimas do jovem.
- Hai... – disse, levantando-se do local onde estava e ajudando Ryo a se levantar.
Eles caminharam em direção a saída, percebendo que se tratava de uma casa que ficava no subúrbio de Tóquio. O pai de Kojiro, Sakio e uma viatura os aguardavam.
- Melhor você ir até o hospital cuidar de seus ferimentos Ryoma. E você também Kojiro. – falou o delegado.
- Hai... – disse o garoto sem se soltar um segundo do detetive, embora não estivesse ferido, ainda sentia-se tonto sob o efeito do tranqüilizante.
Logo que eles chegaram ao hospital, Ryo teve que se separar do jovem para cuidar dos ferimentos no pulso e na cabeça. Então ele viu seu koi sentar-se ao lado do pai e Sakio deixar os dois a sós.
Koji ficou parado ainda tentando se recuperar do susto, deitou sua cabeça no ombro do pai, como há muito não fazia.
- está se sentindo agora? – perguntou o homem passando a mão nos cabelos cinzas do filho. Era algo idiota de se perguntar, mas devia fazê-lo.
- Pai...eu...senti muito medo de perder o senhor e o Ryo...eu não sei...ainda me sinto péssimo...amedrontado... – com uma das mãos agarrou a manga comprida da blusa do pai.
Ele suspirou, entrelaçando seus dedos com o do filho e apertando gentilmente, como quando ele fazia quando Koji era criança.
- Tudo acabou...agora tenho certeza. Além do mais...você tem o Ryoma para lhe proteger não é? – ele se sentira tocado o tamanho do amor que vira nos olho daquele rapaz por seu filho.
- Hai...mas eu ainda quero ficar com você pai... – abraçou-se ao pai com todo o carinho com o qual fazia quando ainda era uma criança.
- Eu sempre estarei aqui quando você precisar Koji. Mas agora você é um homem...um homem apaixonado. Eu não tinha percebido que você tinha crescido tão depressa... – ele retribuiu o abraço, sentindo o jovem se aninhar no seu corpo. Como nos primeiros dias depois da morte da mãe...
- Mas pai...eu não quero ficar sem você. Eu vou sentir muito a sua falta... – se abraçou mais ainda ao pai que era seu único companheiro desde a morte de sua mãe.
- Você não vai ficar sem mim...eu te prometi quando sua mãe morreu, se lembra? Eu ficarei sempre com você... – ele apertou o filho ainda mais e observou o fluxo de pessoas quando viu Ryoma se aproximando, o pulso e a cabeça enfaixados com gaze.
- Claro pai... – seus olhos brilharam ao avistar Ryoma se aproximando deles.
- Koji...daijoubu? – ele tinha medo de estar se intrometendo em algum assunto entre pai e filho, mas vira no olhar do pai de Koji, que ele podia se aproximar.
- Claro Ryo! – abriu um sorriso límpido, apesar de tudo, sentia-se extremamente feliz em ter Ryo e seu pai, juntos.
- Que bom... – Ryo deu um sorriso aliviado, o primeiro em várias horas. Ele então sentou-se ao lado do jovem, entrelaçando sua mão com a dele – Acho que já podemos ir.
- Hai! – respondeu puxando seu pai junto, deixando suas mãos entrelaçadas com as dos dois.
Koji fingia dormir, apenas esperando sentir seu Koi deitar-se, para poder se jogar nos braços dele.
Dando um sorriso maroto ele colocou apenas uma boxer preta e se aproximou da cama, levantando os lençóis que cobriam o corpo nu de Koji. Então deitou-se e deu um beijo no pescoço do outro, seu corpo arrepiando-se de antecipação. Passara-se quase um mês desde que tudo acontecera. E só agora Koji e seu pai tinham se mudado para seu apartamento.
- Hum... – gemeu, sentindo o corpo de seu koi tocar o seu, causando-lhe uma sensação deliciosa. Virando-se de frente para Ryo, olhou bem intensamente naqueles olhos negros que tanto amava.
- Koji...meu anjo... – ele passou os dedos pelo rosto do outro numa carícia lenta e carinhosa. Então aproximou ainda mais seu corpo do dele, ouvindo a neve cair lá fora. Estava começando o inverno, que prometia ser rigoroso. Mas ele iria esquentar seu koi...e muito – Aishiteru... – sussurrou enquanto beijava as bochechas e a garganta do jovem, evitando seus lábios de propósito.
- Hum...aishiterumo... – sussurrou, sentindo os lábios de seu koi tocarem sua pele e onde eles tocavam, parecia queimar.
- Está começando a nevar lá fora...sente frio? – perguntou enquanto colava seu corpo ao do outro, um leve gemido escapando dos seus lábios ao pensar que sua boxer era a única barreira entre suas peles.
- Hum...não você sobre mim, estou sentindo um forte calor koi... – disse olhando-o travesso, enquanto passava a língua nos próprios lábios.
- Que bom...eu prometi a mim mesmo... – ele passou a língua pelos seus lábios, num gesto de pura luxúria – Que ia te esquentar muito essa noite... – então se aproximou e beijou-o com fome, seu corpo começando a arder em chamas de desejo.
- Hum... – gemeu, passando suas mãos pelo corpo de Ryo sobre o seu – Ainda bem que vai me aquecer koi...hum...
Ele desceu com os lábios pelo rosto do outro enquanto suas mãos já deslizavam pelo abdome de Koji, indo parar nos quadris. Então ele afundou-se de encontro ao corpo menor, fazendo seus membros se esfregarem numa fricção torturante.
- Ah! Ryo... – sentiu todo o corpo arrepiar com aquele toque, gemendo baixo, com medo de acordar o pai.
- Adivinha só...seu pai acaba de sair...dizendo que ia beber com uns amigos...e ia deixar a casa de presente... – ele mordeu levemente o pescoço claro do outro, marcando-o enquanto levava sua mão ao membro do jovem – Para nós...koibito...
- Uhu! – olhou-o, agora saberia que não haveria limites para as torturas de seu koi – Nossa...o papai não tem medo de me deixar sozinho com você.
- Ele confia em mim...sabe que só vou enchê-lo... – ele bombeou levemente o membro em suas mãos, sentindo-o começar a endurecer – De prazer...
- Ah! – mordeu um dos dedos, adorando o que seu koi fazia – Sim...ahnmmm...e me torturar...Ah!
- E te torturar? Você adora... – ele piscou de forma marota – O que eu faço com você...não é Koji?
- Hum...quer mesmo...que eu responda? – sorriu extremamente insinuante para o detetive, enquanto gemia com as carícias que Ryo fazia em seu membro.
- Não se preocupe, eu sei... – sussurrou de forma rouca enquanto o masturbava de forma torturante – E vou te demonstrar Koji... – ele deu um beijo no pescoço do outro, deixando uma marca avermelhada.
- Ahm...Ryo... – sentia um grande prazer com cada carícia – E como...hum...vai me demonstrar?
Dando um sorriso malicioso, Ryo parou com que fazia e pegou algo na cômoda.
- Isso vai ajudar...topa o que vou fazer com você Koji? – perguntou, mostrando um pedaço de seda vinho.
- Tá, mas o que vai fazer com isso, Ryo?
- Você vai ver... – ele então pegou uma das mãos do jovem, beijando seu pulso e levou-as até a cabeceira, roçando a seda de leve na pele do outro.
Ficou quieto, apenas esperando o que Ryo estava tramando, mas adorou a idéia de estar sendo amarrado. Ryoma amarrou um dos pulsos do jovem e logo pegou outro pedaço de seda, amarrando o outro pulso.
- Agora você resolveu assumir de verdade a tortura, né? – perguntou brincalhão para o detetive.
- Só acho que você deve ficar lindo...assim... – ele então passou o dedo indicador pelo abdome do outro, numa carícia – A minha mercê.
- Mesmo... – ficou parado, com certeza, agora estava mais do que vulnerável ao que Ryoma tentasse fazer consigo.
- Perfeito... – sussurrou o detetive, tirando o lençol que os cobria. Então analisou-o, seus olhos negros faiscando de luxúria. Abaixou-se lentamente e beijou de leve a testa do outro, sentindo-o estremecer.
- Ryo...seu malvado... – sussurrou, enquanto o detetive estava perto de si.
Ryo deu um sorriso maroto enquanto passava os lábios de leve pelos lábios carnudos do jovem, murmurando num tom rouco.
- Você vai aproveitar...o que eu vou fazer com você...
- Mesmo? Então pode começar, Ryo... – sussurrou, depois mordiscou o lábio inferior do detetive.
- Uhn... – Ryo gemeu baixo enquanto suas mãos começavam a passar pelo abdome do outro, subindo até os mamilos de Koji. Ele começou a belisca-los, sentindo-os enrijecer.
- Ahnmm... – gemeu ao sentir a carícia do detetive em seus mamilos tão sensíveis.
Ryo sorriu enquanto beliscava-os mais, sentindo o jovem arquear as costas de encontro a sua mão. Seus lábios agora beijavam a pele do pescoço, numa carícia lenta e possessiva.
- Hum... – arqueava as costas cada vez mais, apenas sentindo.
- Tão sensível...meu Koji... – sussurrou o detetive enquanto descia com a boca pelo ombro claro, abocanhando um dos mamilos rígidos, sugando-o com avidez, suas mãos agora segurando-o pelo quadril.
- Ah! – gemeu mais alto com o ataque do detetive, sentindo um calor intenso percorrer por seu corpo.
Ele passou para o outro mamilo, enquanto seus dedos deslizavam mais pelo corpo do jovem, agora acariciando suas coxas. Koji arqueava ainda mais as costas, enquanto gemia mais alto, seu corpo todo era sensível aos toques do namorado.
- Uhn...você sempre foi delicioso de se degustar Koji... – sussurrou o jovem, enquanto descia com os lábios pelo corpo do outro, lambendo a chupando cada pedaço de pele que encontrava.
- Ahnm...Ryo... – gemia, sentindo um grande prazer, enquanto apertava suas mãos, tentando manter a pouca razão que lhe restava.
Ele então chegou ao umbigo, enfiando a língua de forma obscena, descendo com ela até perto da ereção do jovem, mas desviando-se habilmente e indo lamber a parte interna das coxas de Koji..
- Ryo...ah! – gemeu com abandono, sentindo sua ereção pulsar de necessidade e ser deixada de lado pelo detetive, abriu mais as pernas, dobrando uma delas, deixando sua entrada bem a mostra para o detetive.
Ryo gemeu baixo enquanto passava a língua lentamente pela entrada do jovem, que pulsava.
- Hum... – mordeu o lábio inferior, apertando ainda mais suas mãos, enquanto se deliciava sentindo o detetive lambendo sua entrada.
Ele lambeu com gosto, querendo ouvir o jovem gemer e gritar de paixão. Lentamente penetrou naquele canal com sua língua, lubrificando-o bem.
- RYO! Ahnm...mais...hum... – contorcia-se abrindo mais ainda as pernas.
Ele lambeu até achar que estava bom. Então se levantou, lambendo de leve a cabeça do membro de Koji, saboreando seu gosto.
Agora ele sabia que sofreria bastante. Gemeu ao sentir a lambida naquela região, e clamou por mais toques. O detetive encarou o jovem preso em sua cama, enquanto passava a mão pelo membro do mesmo numa masturbação lenta.
- Diga você...quer ser possuído...hoje?
- Forte...ahnm...bem forte...Ryo... – desejava sentir Ryo entrando e saindo de si com força, penetrando-o bem fundo, enlouquecendo-o.
- Uhn...leu meus pensamentos Koji... – sussurrou enquanto tirava a boxer preta roçava de leve seu próprio membro na entrada do jovem, sem parar a masturbação.
- Ryo...por favor...rápido...eu quero você...logo...onegai...ahnm...ah! – estava adorando a masturbação, mas queria logo Ryo em seu interior.
Abaixando-se, Ryo começou a penetra-lo, sentindo cada centímetro daquele canal acariciar sua ereção.
-Delicioso...meu Koji...
- Hum...Ryo...isso... – enlaçou as pernas no corpo de Ryoma, deixando assim sua entrada mais receptível ao membro de Ryo, permitindo uma penetração mais profunda.
Numa estocada, ele entrou de vez, beijando e mordiscando os lábios do outro.
- Farei bem você pediu...
- Ah! – gemeu mais alto, sentindo uma dor incômoda, mas o prazer se sobrepunha a tudo que sentia – Hai...
Ele recuou, então entrou com tudo, logo começando a estocá-lo de maneira selvagem.
- Ahnm...isso...Ryo...ah! – gemia cada vez mais alto, sentindo o detetive estocar cada vez mais fundo em seu interior, sentindo sua próstata ser tocada diversas vezes, dando-lhe um prazer inimaginável.
Ele beijou os lábios do jovem com paixão, engolindo seus gemidos à medida que as estocadas aumentavam em força e velocidade.
- Hum... – um pouco de saliva escorria por um dos cantos da boca de Kojiro, enquanto ele cerrava ainda mais seu punho, sentindo e deliciando com as estocadas do detetive em seu corpo, tão fortes, selvagens, e que lhe tocavam bem fundo, fazendo-o sentir um prazer inigualável.
Ryo parecia querer sugar a alma do outro pela boca, ele se separava apenas para recuperar o fôlego e iniciava outro beijo quente, seus corpos colados enquanto as estocadas aumentavam.
Sua vontade era de gritar de prazer, mas Ryo beijava-o de forma faminta, abafando qualquer gemido que saísse de sua boca, enquanto seu membro era massageado pela fricção entre os corpos.
Ele separou-se um pouco do outro, observando vidrado o rosto do namorado, totalmente corado e transtornado pelo prazer.
- Lindo...Koji...aishiteru... – sussurrou sentindo seu clímax chegar cada vez mais perto. Ele pegou a ereção do jovem nas suas mãos e bombeou no ritmo das estocadas.
- Ahmm...isso!! Ryo! Ah!! Aaaah!! – gritava sentindo um prazer imensurável, tanto pelas estocadas, como pela masturbação.
- Quero vê-lo...gozar intensamente...Koji... – disse o detetive, dando um beijo quente nos lábios inchados pelos beijos anteriores.
- Ahnmm...mais...mais...ah! – estava quase alcançando o gozo, mas queria que Ryo fosse mais rápido.
Ele se mexia mais rápido, se enterrando cada vez mais em Koji, suas mãos deixando marcas no quadril do jovem.
- Ryo...ahnm...ah! – apertava ainda mais suas mãos, enquanto suas pernas apertavam-se ainda mais em volta do corpo de Ryo, puxando-o mais para perto, sentia uma enorme onda de prazer apossar-se de seu corpo, começou a se contorcer, seu corpo todo se estremecia e ele finalmente gozou intensamente – Ah! RYOOOOOOO!! AAAAH!
- Koji...AHNNNNNN!!!!!! – ele sentiu o canal do jovem ondular em volta de seu membro. Então gozou intensamente, seu membro pulsando enquanto jatos da sua semente preenchiam o canal de Koji..
- Ah! Hum... – gemeu mais um pouco, ao sentir os jatos do sêmen de Ryoma em seu interior.
- Koji...te amo... – sussurrou enquanto desamarrava os pulsos do jovem – Pra sempre...
- Eu também...koi...te amo para sempre... – levou suas mãos já soltas ao rosto do detetive, beijando-o apaixonadamente.
OWARI
Aqui o está o final! (ou não...ehehehe) Espero que tenham gostado.
Mystik e Lili-k