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Fiction » Romance » Cinderela Compulsiva font: B s : A A A . width: full 3/4 1/2
Author: Christie Bach
Fiction Rated: M - Portuguese - Romance/Friendship - Reviews: 4 - Published: 01-02-09 - Updated: 01-17-09 - id:2616584

Dedicado ao meu bolinho de arroz (ana) :3



Cinderela Compulsiva

Capítulo 3. A festa

- Você tem mesmo que ir? - perguntou-me quase implorando para que eu ficasse.

- Sim - respondi mais uma vez. Já havia me perguntado muitas vezes antes.

Enquanto eu empilhava blusas decotadas em uma pequena mochila rosa, ela falava pesaroza suspirando, sentada em minha cama se recuperando de outra transa. De um orgasmo rápido. Eu andava de um lado para o outro, sem lhe dar muita atenção, às vezes notava que ela apenas me acompanhava com os olhos, sentindo muito por aquilo.

- Por favor - ela parecia miar -, fica?

- Eu já disse que não posso, Mariane. Presciso pagar minhas contas.

- E não tem outro jeito de pagá-las?

- Se você pagar p'ra mim... - ri - Esse seria o 'outro jeito'.

Ao que eu me sentei na beira da cama, ela engatinhou sobre o colchão em minha direção. Tocou-me os ombros, mordeu-me o lóbulo da orelha e sussurrou:

- Fica?

Suas mãos deslizaram sobre minhas costas até alcançar meu abdomêm. Ela me acariciou com seus dedos frios e úmidos.

- Mariane, nós já conversamos sobre isso. Você já é grandinha o suficiente para entender, não acha?

- Eu sei ... Mas - ela disse com um tom de choramingo.

Enquanto dobrava mais uma peça, ela encostava seu rosto no meu ombro. Parei por um instante. Por um beve instante para dar atenção aos seus toques. Os toques em minha pele arrepiada.

- 'Mas' o quê, Mariane? - funguei.

- Não gosto do tipo de vida que você leva - ao que falava, roça a pontinha do nariz arrepitado na curva do meu pescoço -, não tem outro jeito?

Ela sabia que não. Sabia que aquela era a vida que eu levava, independente dela gostar ou não. Aceitar ou não. Independente do que ela pensava. Era assim que eu pagava minhas contas. E ela sabia, estava cansada de saber. Talvez o minimo que ela pudesse fazer em relação à minha situação era entender e evitar os comentários.

Pendi a cabeça para trás, encostando em seu rosto, seus lábios me arrepiavam a cada leve beijo e seus dentes me faziam fechar os olhos a cada instante que eles cravavam suavemente em minha pele. Praguejei em silêncio enquanto ela sentia minha ligeira mudança quanto aos seus toques.

- Mariane, sabia que você podia facilitar tudo se calasse a boca de vez em quando? - assim que disse, senti suas pernas me envolverem e seu tronco nu se inclinar sobre meu lombo.

- Honestamente? - ela repousou o queixo sobre o meu ombro fazendo suas próprias mãos se encontrarem em torno da minha cintura - Detesto ser a última a te tocar, ou saber que você vai p'ra cama com outros homens. Eu quero ser a única p'ra você, Helen.

Helen... Ela chamou-me pelo nome, e quando ela o dizia, fazia parecer único. Raramente ela me chamava assim, era sempre 'Pers'. Persephone não significava nada. Pers era a qualquer sem sentimentos que vendia o corpo, era uma puta na cama que era paga em troca de prazer instantâneo. Por gozo momentâneo. Mas a Helen era tão diferente, uma mulher tão frágil. Helen tinha sentimentos. Helen amava sem necessidade de uma quantia em dinheiro. Helen sonhava, Pers era ambiciosa. Helen sonha na cama, Pers transa. E naquele instante me senti inteiramente 'Helen' por ser tratada como tal.

- Eu não desejo nunca que você passe pela metade do que eu passo com eles. - meus olhos se tornaram para o chão e seus toques, definitivamente, cessaram. - Acho que só assim você entenderia, eu queria que você tentasse às vezes. Isso é tão dificil, tão nojento ... - assumi um tom de voz frio.

Senti novamente seu rosto tocar-me o ombro sem nenhum sorriso enquanto seus braços em volta de mim criavam um cerco seguro que se fechava confortávelmente transformando-se num abraço amigável. Manti o silêncio por alguns instantes.

- Desculpa ... - ela quebrou-o com um som terno presente em cada sílaba.

Aquela voz ...Por que ela tinha que falar daquele jeito? Tão comovente. Em pensamento desculpei-a. O rosto dela parecia o Sol tentando se esconder, e meu ombro lembrava uma muralha em ruínas. Tão vunerável à ela. Contudo, ela beijava docemente essa muralha.

- Tudo bem - me desfiz de seu abraço, levantei-me e voltei à arrumação. E ela ficou ali, apoiando as mãos nas bordas. Seu semblante de arrependimento me comovia inteiramente.

Nós ficamos naquele silêncio que, estranhamente, incomodava meus ouvidos. Ouvia-se apenas meus passos apressados atravessando o quarto e o roçar das minhas coxas, o barulho que meu jeans fazia.

Um toque insistente e rápido em minha porta tomou-me de meus pensamentos agitados. Frente à ela, rodei a maçaneta e um sorriso aparentemente gentil surgiu no canto dos lábios de minha visita, que pareceu contente ao ter me encontrado, enfim. Eu não sorri.

- O quê você quer? - encostei-me no batente.

- Você sabe ... - ele cruzou os braços sorrindo de lado - O mês já está fechado, lembra?

Lembro. Na verdade, não queria me lembrar. Eu não era uma puta de cabaré ou de esquina, mas se eu precisasse esperar em uma, eu certamente o faria só p'ra deixar as contas sempre acertadas. Tinha que pagar o aluguel do cafetão, além de tentar manter meu padrão de vida. Eu sabia que a forma que eu mantinha esse padrão só alimentava a industria do sexo, mas quem disse que eu me importava? Era assim que eu pagava minhas contas, e enquanto elas estivessem pagas, ninguém deveria interferir. E quando eu pensava em todo meu conforto, a ambição de Pers me tomava completamente. Lembrei que o mês havia realmente fechado, não me preocupei.

- Por que você não escolhe outro dia p'ra vir? - levei a ponta do polegar à boca - Hoje eu não tenho.

- Ah, você sabe que pode pagar de um outro jeito - ele assumiu um tom malicioso tocando minha cintura.

- Prefiro pagar em dinheiro mesmo. - tentei afastar suas mãos e, assim que consegui, empurrei-o - Agora vai embora, Augusto.

Bati a porta em sua cara.

- Quero meu dinheiro, ouviu Pers?! - ele gritou do lado de fora enquato eu apenas o ignorava.

- É assim que eu vivo ...- praguejei baixo.

- Quem era? - ela me perguntou, sem ao menos me olhar, estralando as juntas dos dedos.

- Ninguém... - voltei a dobrar e empilhar.

Silenciamos outra vez.

Aquela ausência de som estava, novamente, machucando meus tímpanos. Então fui eu que cedi.

- O quê você tem?

- Nada.

- Foi alguma coisa que eu disse?

- Por que você não fica?

- Porque logo eu estarei voltando.

Ela conseguiu meus beijos, minhas carícias, meus toques e meu corpo prensando o dela de novo. Porque eu sempre cedia.

-x-

Era uma outra semana, em um outro lugar.

Enquanto o Sol refletia nas lentes daquele Ray-Ban preto de uma grande armação, aquele mauricinho me bolinava. A mão direita ocupada ele apenas levava à boca o que segurava: uma latinha de cerveja. E a mão esquerda tornava a me tocar. Todos naquela mesa riam e conversavam animadamente, e eu me sentia desconfortável naquele colo. Por breves minutos desejei estar sentada no colo de Mariane. Mas ela estava longe, e eu tinha que fazer uma social naquela festa de playboy na beira da piscina. Afinal, eu estava sendo paga para fazer 'aquilo' mesmo.

Bebi um gole do meu daiquiri de pêssego sentindo o líquido descer vagarosamente. A sessação gelada que a bebida provocava em minha gargava aliviou a sede e o açúcar com alcool impreguinou suavemente meu hálito, mas por outro lado, queimou-me levemente as paredes da faringe.

A música alta me incomodava a cada instante que eu tentava dizer algo. Os LSDs e Éxtases deixaram os jovens altos e socializados. Tão cheios de confiaça e energia. Tão sedentos. Caminhando para o inferno. Do outro lado, a orgia acontecia.

Rapazes roçando em garotas. Garotas se oferecendo aos rapazes. Todo mundo 'feliz'. Nada daquilo me parecia estranho, pelo contrário: era uma típica cena cotidiana que eu costumava presenciar.

Eu não costumava beber. Muito menos fumar. Talvez socialmente o faria, talvez não. Eu estava ali, me passando por uma namorada daquele que estava me pagando. Apenas para ele também ser mais sociável naquele grupinho medíocre que só falava sobre o quanto tinham gastado e de onde tinham voltado.

Deixei de me entreter com as marcas do biquini sobre minha pele quando ele puxou-me pelo pulso e sorriu de soslaio. Disse a alguns amigos que iria me foder. Talvez o conseguisse. Levou-me a algum lugar com quatro paredes e porta com fechadura.

-x-

O gosto de cerveja presente em sua saliva me incomodava. Ele me asfixiava em cada beijo violento e forte. Ao fazê-lo, prensava-me contra a parede se esfregando como podia em mim. Segurava-me fortemente como se eu fosse escapar. Eu tentava me agarrar aos seus braços enquanto ele me fazia sentar sobre um balcão poeirento.

Assim que despiu minhas pernas, ele despejou uma pequena quantidade de pó branco sobre minha coxa. Cocaína... Cheirou a carreira tampando uma narina. Eu me drogava. E não o fazia socialmente, como fumar e beber. A mente e visão dele estavam parcialmente alterada, porém tinha noção do estava fazendo.

Voltou a me beijar. Nossos lábios quase não conseguiam uma encaixe perfeito. Alternava entre cheirar uma carreira e morder. Tomou o dorso da minha mão esticando meu meu braço. Depositou ali uma pequena quantidade de cocaína e me fez cheirar.

Nada me veio à mente, então voltei a 'trabalhar'. Admito que talvez estivesse sendo um prazer. Talvez.

-x-

A droga me deixou alerta a todo e qualquer barulho. E, após as náuseas e aluncinações minha cabeça latejava. Apesar do vicio e do prazer momentâneo, eu, definitivamente, odiava os efeitos colaterais. Mas para todo prazer, seu preço.

Eu me lembrava daquele lugar em que estive por quase quatro dias, mas momentaneamente não conseguia reconhcer o recinto poeirento. Tateei desajeitadamente a testura do piso e senti minhas palpebras doloridas devido ao tempo em que meus olhos permaneceram fechados. Finalmente minhas mãos encontraram o corpo esbanjado ao lado, o cara com quem passei a noite. Certamente adormeci ali, não lembro. Talvez fossem exatos quatro dias.

O sereno fez minha pele arrepiar-se levemente, e, assim que esfreguei os olhos, minha cbeça tombou de lado de modo que meu ombro a aparasse. Toquei meu pescoço e assim como o resto do corpo, senti-o dolorido. Merda de chão! Praguejei aos gemidos de dor. Entre garrafas vazias e o pó, desejei um banho desmemoriante e uma cama qualquer. No dia seguinte pegaria meu pagamento e iria embora.

Ouvi o outro grunhir juntamente com meu estomâgo e não me importei. À noite consumi drogas e não comida -que seria o certo. Pensei em que horas poderiam ser -cedo- e enfim, deixar aquele lugar.

Ouvi ao longe uma batida eletrônica que abafava o canto dos pássaros pela manhã. Conclui que a festa ainda não tinha acabado.

-x-

Deixei o outro lá e cabaleei no caminho até um banco de concreto entre sebes verdejantes. Talvez ali eu descançaria. A luz solar da manhã teimava em tocar suavemente minha pele incomodando meus olhos. Ao logo do pequeno trajeto eu resmungava baixo. Condenava a humanidade e as drogas. Deus, minha cabeça fervilhava como nunca. Minhas pernas perderam a firmeza, me sentia fraca e enjoada. Eu não estava bem.

- Com licença! - uma voz masculina parecia dirigir-se a mim por trás.

Tentei torcer o pescoço para lhe dar atenção. Ouvi seus passos caminharem em minha direção, tudo a minha volta escureceu, eu sentia que estava caindo. Perdi a noção do solo e antes que eu viesse de encontro ao chão ouvi apenas "Hey!", por fim, desmaiei.

-x-

Meus olhos se abriram vagarosamente e eu acordei num quarto. A vertigem tinha ido.

- Ei ... - um sussurro gentil me chamou - Está melhor?

Meus olhos se reviraram e fitaram o teto branco. Então, vi aquele rapaz sentando numa cadeira ao lado da cama. Os cabelos apontando para todos os lados, lábios finos, rosto pontudo e cavanhaque. Seus olhos gentis que tinham uma cor que lembrava chocolate me olharam atentamente.

- Acho que sim - minha testa franziu devido a dor em minha cabeça - Quem é você?

- Eu trabalho aqui - sorriu de modo que seus dentes alinhados fossem colocados à mostra - Você realmente está melhor?

- Sim, obrigada - agradeci a gentileza.

- Como se chama?

- Helen, você?

- Miguel. - outro sorriso gentil e sonoro - E então, você estava naquela festa com alguém?

- Estava, mas vim sozinha - meu estomago não parava de resmungar.

- Quer comer algo?

Eu sorri e acenei com a cabeça. Sim.

Então comemos e conversamos ali mesmo. Conversamos sobre coisas que tinhamos em comum, como lugares que conheciamos. Não sabia que ele morava num bairro próximo. Não deixei de notar a diferença dele comparado a outros homens que eu conheci. O respeito e o cavalherismo que ele usava deixava transparecer que ele era um em um milhão. A gentileza e o cuidado que teve para com uma estranha me comoveu verdadeiramente de modo que me fizesse pensar na minha vida.

-x-

A menina recostou-se na cadeira giratória e suspirou profundamente ouvindo seu próprio som. Por volta das três horas da tarde, deixou de se entreter com as janelas, o mouse e os cliques duplos. Nos últimos cinco minutos não recebera nenhum scrap no orkut. Queria, a todo custo, conversar com Helen -e transar com Pers. Nenhuma conversa virtual com seu melhor amigo da internet parecia tão interessante e prazerosa quanto ouvir o gemido da namorada. Precisava tocá-la, abraçá-la, beijá-la, precisava sentir o calor -único- dela e o cheiro de cigarro e perfume doce em suas roupas, provavelmente seria seu cheiro de perfume misturado com o cheiro de cigarros dos homens que roçavam nela. Apesar de odiar profundamente aquele cheiro, admitia que sentia falta daquilo também.

Lembrava tristemente do gosto de sua boca. Ao fechar os olhos tinha a impressão de sentí-lo. Sua saliva tinha gosto de menta. Talvez por estar constantemente mascando um daqueles chicletes do mesmo sabor. Contudo, precisava sentí-lo imediatamente. Precisava tanto.

Sentia falta de Helen.

- Mariane - o chamado tomou-a de seus pensamentos enquanto encarava o monitor.

A porta se abriu vagarosamente alargando a brecha ali criada.

- Posso entrar? - espiou.

- Pode - a garota fez a cadeira girar com o impulso de seus pés.

- Tudo bem com você?

- Acho que sim. Por que a pergunta?

- Nessa semana você tem estado ... Tão tristinha. - os olhos comoventes da mãe tentaram encontrar as íris da filha - Você quer conversar?

- Não... Tá tudo bem - ela sorriu pousando as mãos sobre as coxas fazendo-as deslizarem até alcançar os joelhos.

- Tem certeza?

- Sim, está tudo bem, não se preocupe.

- Então tá - a mãe aproximou-se o suficiente para beijar sua cabeça e desarrumar-lhe os cabelos -, se precisar é só chamar.

- Pode deixar.

Assim que Heloíse se aproximou da porta, autointerrompeu no seu caminho.

- Mariane, você sabe onde estão meus rémedios?

- Acho que eles acabaram - ela disse erguendo o cenho.

- Deus, preciso dos meus rémedios! - Heloíse saiu, repetindo a frase ao longo do corredor.

Incrivelmente suas mãos pareciam calmas. Ela não. Daí a necessidade de calmantes. E não admitia a si própria que estava viciada. E o seu stress tornou-se crônico, mas apesar de ser uma mulher agitada, acalmanda à base de coquiteis de rémedios e ter uma persolidade difusa, era uma boa mãe.

Recostou-se novamente e fez a cadeira girar com um impulso contrário dos pés e não se divertiu com o movimento como o fazia. Tornou a encarar com tédio o monitor e a saudade da outra apertou ainda mais de modo que a menina desejasse verdadeiramente a volta da namorada. Talvez não se importasse com o que ela tinha ido fazer lá, mas à principio a abraçaria e a beijaria, depois perguntaria como ela estava. Por hora, apenas desejou sua presença ouvindo Oasis e Richard Ashcroft. Músicas que a faziam lembrar de Helen e Pers, ao mesmo tempo, as mesmas pessoas.

-x-

Pensei em Mariane durante toda a tarde que nada fiz, senão a amizade com Miguel. Tentei imaginar o que ela estaria fazendo naquele exato momento. Só assim -distante dela- pude perceber o quanto eu a amava. E o quanto ela me fazia falta. Só assim lhe dei valor. Talvez ela estivesse ouvindo músicas que ela mesma dizia que me lembravam. Embora eu gostasse mais de músicas eletrônicas de batidas frenéticas (psy) ela era a única que me fazia ouvir Richard Ashcroft, principalmente "Break The Night With Colour".

Pensei naquela canção e em voltar para aquilo que eu chamava de lar o mais depressa possivel. Desejei que o dia seguinte viesse logo. Tudo foi amenizado pela simpatia de Miguel.

Mas eu ainda queria voltar logo.

Logo...


Sorry pela demora e pelos possiveis erros ortográficos, estava com pressa de postar logo isso e estou revoltada com a reforma no português '-' acho que não vou conseguir me adaptar. Quase que esse capítulo não saia. Primeiro, esse fictionpress é uma shitz, tava dando erro toda vez que eu upava ç-ç' daí tive que copiar e colar em um monte de blocos de notas e pads e depois upoar D: nunca mais, mas consegui. Enfim, sinto-me uma autora (amadora) realizada com este capítulo que foi escrito à base de Oasis e Richard Ashcroft (por isso a breve sitação de ambos no texto 8D). Já estou tentando escrevinhar o quarto capítulo. Espero postá-lo o mais rápido possivel, se minhas dores me permitirem -quebrada- 8D

BREVEMENTE REPONDEREI OS REVIEWS NO MEU LJ (assim que eu linká-lo no perfil) :)

I will back (H);


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