
Carlisle fala algo sem pensar e acaba magoando Edward,os irmão se aproveitam disso e começam a tirar sarro com ele. Em uma discussão típica Jasper e Edward acabam brigando e Carlisle presencia tudo. # Atenção- contém surras disciplinares- NÃO GOSTS NÃO LEI# Carlisle/ Jasper/ Edward
Rated: Fiction K+ - Portuguese - Hurt/Comfort - Chapters: 5 - Words: 8,845 - Reviews: 22 - Favs: 2 - Follows: 1 - Published: 12-23-12 - Status: Complete - id: 3085442
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Pov. Edward
Quando meu pai me mandou pra casa eu senti um alivio enorme, por isso corri pra lá como o vento! Olhei apenas para meu irmão que ainda estava de cabeça baixa.
Bem feito que ele fosse levar uma surra! Quem mandou ser tão bocó? Mas também não nego que fiquei com pena dele, apanhar dói, ainda mais do meu pai... Não que ele seja um pai abusivo nem nada, mas a mão dele dói do jeito que dói, imagine a mão dele com outra coisa, tipo uma vara!
Cheguei a nossa casa e fui direto pro meu quarto, tudo que eu não queria era encontrar meu pai quando ele chegasse com Jasper que provavelmente ganhou uma surra por minha causa...
E se ele resolvesse se vingar? Droga... Agora meu pai já não ia mais me defender...
Mas pensando bem, ele bateu no Jasper porque ele tava me batendo... Não, mas ele ia fazer a mesma coisa se Jasper estivesse batendo na Rose, ou a Rose na lice, ou o jazz no Emmett... Coincidência mesmo, ele não me quer mais como caçula...
Droga! Eu não consigo mais parar de pensar nisso, é tão infantil! E daí que ele não me quer mais como bebê? Eu nunca quis ser o bebê mesmo, ele pode ficar com Alice, pelo menos ela tem tamanho pra isso...
Levantei da cama e decidi que eu ia tomar um banho. Fui direto para o banheiro do corredor, encostei a porta, tirei a roupa e fui para o boxe. Verifiquei se a água estava quente. Sim, estava perfeita...
Durante o banho só consegui pensar nas coisas que Jasper tinha me dito... Ele tinha toda razão sabe? Meu pai cansou de mim, era só questão de tempo até Esme cansar também... Eles não me acham mais engraçado, já notei meu pai revirar os olhos quando não quero ver um filme de terror e até mesmo mamãe com raiva quando eu esqueço a toalha e peço pra ela pegar... Ahhhhhhhhhhhh! MERDA! Esqueci a toalha de novo! Puta que pariu!
Comecei a tirar o xampu do cabelo, assim como o sabonete que estava no meu corpo, minha cabeça não parava, estava a mil, eu não conseguia parar de pensar que meu pai queria conversar comigo, mas eu não sabia sobre o que exatamente, uma vez que ele tinha bloqueado a mente pra mim...
Terminei o banho, mas ao invés de sair do banheiro fiquei imaginado o que droga eu ia fazer, já que tinha esquecido a toalha e até as porcarias do meu chinelo... Eu podia esperar alguém chegar e pedir pra pegar a toalha e o chinelo, mas já que não tinha ninguém em casa eu podia sair correndo... Sei que se minha mãe descobrir que eu sai com os pés descalços ela vai fica brava, mas também não quero que ela fique com raiva de ter que fazer isso pra mim porque eu esqueci...
Não, pronto! Esta decidido, eu vou correndo pro meu quarto, quer dizer, é praticamente do lado do banheiro!
Ok. Comecei a sair de dentro do boxe, senti o ambiente frio envolver no meu corpo que estava "quente" por conta da água. Tive vontade de voltar, mas continuei. Pisei na minha blusa que estava no chão e foi assim que cheguei até a porta sem encostar o pé no chão.
Abri a porta do banheiro, mas então ouvi a voz do meu pai, de Jasper e de Emmett lá fora, eu tinha que me apressar, mal coloquei o pé fora do banheiro e eles entraram, então corri para dentro do meu quarto, mas fechei a porta tão rápido que a maçaneta escorregou da minha mão e a porta fez: BUUUUUMMMMMMMMM! Arregalei os olhos para aquilo, meu pai ia se irritar, porque ele diz que bater a porta nesta casa esta proibida... Dá ultima vez que eu fiz isso ele me bateu...
Como eu imaginava, ele ouviu...
-Vou falar com seu irmão. – foi à voz do meu pai lá embaixo, minha espinha gelou e eu tinha ate me esquecido que estava pelado.
Corri para meu guarda roupas procurando uma toalha e no momento que a maçaneta girou eu achei a toalha... Deus...
Carlisle entrou e olhou pra minha situação.
-Precisamos conversar. – disse ele, entrando no meu quarto e fechando a porta.
-Sim senhor. – respondi, enquanto olhava para ele que ia se sentar no divã enfrente a cama, de frente pra mim também.
Fiquei olhando pra ele, esperando que ele começasse, mas ele não disse nada de imediato.
-Se vista. – foi o que ele disse e eu fiquei meio confuso.
-Mas é que... – eu ia dizer que eu não ia me vestir porque ele estava lá e eu precisava me secar, mas ia parecer uma desculpa ridícula pra adiar a conversa que ele queria ter comigo... Sem contar que ele já me viu mais pelado do que eu mesmo, mas não deixava de ser embaraçoso...
Tive que tirar a toalha da cintura pra poder me secar e tal. Acredita que ele nem se quer virou o rosto? Mas ele agia de um jeito tão monótono, como se aquilo fosse à coisa mais normal na vida dele... Bem, na verdade era, tipo, ele era médico, pai de cinco filhos, era homem... Mas no meu caso era algo embaraçoso... Ok, ele me vê pelado quase todo tempo, mas acredite, é algo que eu não tenho muito como evitar...
Virei de costas pra ele, para poder pegar minhas roupas, vesti uma cueca preta, e fiquei secando meu cabelo, depois peguei uma blusa azul bebê e vesti.
- Já está bom Edward, sente-se aqui. – virei pra meu pai de uma vez na hora que ele abriu a boca e fiquei olhando ele pousar a mão ao seu lado no divã, indicando onde eu deveria sentar.
Fui pra lá com a toalha na mão e fiquei olhando nervoso pra ele... Sentei.
-Senhor, se veio falar sobre a porta, eu juro que foi sem querer, a maçaneta escorregou da minha mão quando... – fui interrompido por sua voz seria.
-Não Edward, não foi sobre a porta a que vim falar, mas é bom saber que ela bateu por acidente. – começou ele me olhando nos olhos, me fazendo procurar o que olhar. – você sabe sobre a que vim falar, sei que também estava esperando por esta conversa... – ele parou de falar e segurou meu rosto em suas mãos para que eu olhasse pra ele.
-Sim, senhor. – respondi devagar, mas ele revirou os olhos com minhas palavras, como se tivesse cansado de alguma coisa...
-Há dois dias eu falei algo de maneira muito rude e sei que magoei você, mas eu estava estressado e sei que não deveria ter falado aquilo da maneira que soou, como se eu estivesse humilhando você. Desculpe meu filho. – senti a sinceridade nos olhos de Carlisle, mas não pude esconder como aquelas palavras que ele me disse há dois dias me magoaram.
- Por causa daquelas palavras eu não tive mais paz, todo mundo ficava me dizendo coisas que me... Que me deixaram triste, exceto mamãe e Alice. – falei em murmúrios, tentando desviar os olhos do meu pai.
- Jasper me disse isso e eu lamento pelo que eles fizeram... – antes que ele continuasse, eu segurei suas mãos e tirei meu rosto de lá, depois fiquei olhando pra minhas mãos.
-Desculpe, eu não queria lhe estressar e nem queria que você pensasse que eu sou um fraco, senhor. – eu falei aquilo tão baixo e tristonho, eu realmente não queria que meu pai pensasse que eu não passava de um pirralho.
-Edward, não penso que você é um fraco. – disse ele ficando de pé e dando dois passos para longe de mim.
- Eu sei que você queria que eu fosse forte como o Emmett ou esperto como o Jasper ou mesmo corajoso como a Rose, mas... – antes que eu terminasse minhas palavras Carlisle virou pra mim de uma vez, ele estava serio e começou a caminhar a passos pesados pra mim, eu fiquei morto de medo...
- O que foi que disse Edward Anthony?- ele perguntou de pé na minha frente, me obrigando a erguer a cabeça para olhá-lo. Ele franziu o cenho e ficou de joelho na minha frente. – Ouça Edward, eu amo você do jeito que você é não mudaria nem um fio de cabelo seu! Entendeu meu filho, eu fiquei irritado naquele dia, mas já passou já te pedi desculpas pelo que eu disse, mas... – antes que ele continuasse eu o interrompi.
-Às vezes parece que você gosta mais de Emmett e Jasper porque eles são mais fortes, quer dizer, é sempre Jasper que ganha todos os seus elogios quando ganha uma luta, é sempre a Emmett que você pede ajuda, e vive dizendo que é o seu campeão... E eu sou o que pra vocês? Só o bebê chato, sem graça e que vocês já estão se irritando... – não pude acreditar no que meu pai fez depois, ele ficou de pé e começou a rir e eu fiquei olhando aquilo perplexo e me sentindo tão... Idiota?!
Eu nem percebi que estava chorando, só me toquei quando as lágrimas escorriam pelas minhas bochechas, então quando Carlisle olhou pra mim ele ficou serio.
Sentou do meu lado no divã, depois mandou que eu ficasse de pé e eu fiquei sem entender nada...
-Sente aqui... – ele disse batendo em seu colo e eu não suportei comecei a chorar e ao invés de fazer o que ele pediu eu fui enterrar meu rosto em um travesseiro.
Eu soluçava de tanto que chorava, então senti um peso do meu lado, meu pai estava sentado na cama junto comigo.
Ele tocou meu ombro, depois começou a afagar meu cabelo.
-Papai disse algo errado? – ele perguntou com tanto carinho, com tanta doçura que o choro explodiu pelos meus olhos outra vez. Senti a tensão em seu corpo e ele não me tocou por alguns segundos, então ficou de pé, mas eu continuei com o rosto enterrado, derramando centenas de lágrimas por segundo.
A próxima coisa que senti foi os braços dele em volta da minha cintura e de repente eu estava sendo erguido, mas eu continuava agarrado ao travesseiro. Senti Carlisle sentar e depois eu estava em seu colo. Ele puxou o travesseiro das minhas mãos, mas eu não soltei.
-N-N- Nãaaoo! – falei em um soluço abafado pelo travesseiro.
Carlisle não disse nada, continuou puxando o travesseiro dos meus braços e eu comecei a chorar mais alto, enquanto me agarrava no travesseiro com toda força.
- É por isso que você acaba sendo chamado de bebê. – ele falou e eu nem podia acreditar naquelas palavras, comecei a chorar mais forte, tão forte que eu estava tossindo.
-Vaai mee cha- marr de bbeebêee chorããoo agooraaaa? – perguntei em soluços abafados e em cada palavra eu tossia.
-Não Edward, chorão não, mas bebê sim. Você sabe que é meu bebê, que eu te amo do jeito que você é. Você sabe que não precisa ser igual aos seus irmãos e essa historia de dizer que acha que eles são mais amados do que você não cola. – eu comecei a tentar parar de chorar para ouvir o que ele estava dizendo e fui soltando o travesseiro daquele aperto.
Inesperadamente meu pai puxou o travesseiro das minhas mãos de uma vez e eu não tive como resistir. Tive vontade de espernear e gritar, mas antes que eu tivesse oportunidade de fazer isso senti Carlisle me abraçar com toda força.
Eu me agarrei a ele com toda força e nem preciso dizer que estava chorando de novo. Carlisle me abraçou com força e começou a dar beijos na minha cabeça, depois no meu pescoço, no meu rosto, então ele deitou na cama e eu estava deitado por cima dele. Tentei sair, mas ele não deixou me apertou contra seu peito e ficou passando as mãos nas minhas costas para que eu me acalmasse, ele fez isso até que eu parei de chorar e só estava fungando e soluçando, então ele sentou de novo e eu me vi em seu colo mais uma vez.
Enterrei meu rosto em seu pescoço e fiquei aspirando seu cheiro.
- Porque você está chorando assim Edward? – ele perguntou.
Eu pensei um pouco, bem, eu fiquei com tanto medo de ele não me querer mais, eu não sei...
- Acheii quee vocêe não me amava maiiiiss. – falei devagar, mas com voz de choro por conta dos soluços.
- Edward, por Deus, eu amo você. Quantas vezes quer que eu diga que não importa o que aconteça eu vou sempre te amar? O que quer que eu faça? Quer que eu te prove mais Edward? – a voz do meu pai agora era triste.
-Nãao senhor... – falei.
-Não Edward, senhor não, pai! Eu sou seu pai! – ele disse.
-Eu sei. – falei.
-Então diga, "eu sei pai!" – ele disse me sacudindo devagar.
-Eu sei pai! – repeti.
-Olha pra mim bebê. – eu olhei, mas fiquei brincando com os botões de sua blusa. – Quando eu digo que Emmett é meu campeão ou Jasper é o melhor lutador, não significa que eu amo apenas eles. Você só acha isso porque tem ciúmes, sabe por quê? – ele perguntou apertando meu nariz.
-Por quê? – perguntei confuso.
-Porque você é caçula, o bebê e gosta disso, mas não admite. Você quer toda a atenção do mundo pra você, mas tem que entender que tem mais quatro irmãos e que agora tem que dividir minha atenção com eles. - disse ele com humor e eu me lembrei do tempo que era apenas nós dois, ele era só meu e pronto! Não que eu não goste de ter irmãos, eu gosto, eu os amo! Mas às vezes é tão... Por exemplo, antes, quando éramos só nós dois, eu só tinha que dividi-lo com o hospital e olha que ele abria mão do hospital pra ficar comigo se eu pedisse e agora se eu chamar ele pra fazer alguma coisa é sempre a mesma resposta: "Agora não Edward, Rosálie está precisando de ajuda com os carros!" ou "Você não quer deixar pra depois, fulano já me chamou pra isso...!"...
-Mas... Desculpa, mas é tão chato quando eu chamo você pra fazer alguma coisa e você não vai por que "fulano" ou "cicrano" já te chamou pra outra coisa... - eu fiz um bico, admito que estava irritado.
-Mas isso não significa que eu não te ame mais, isso significa que eu tenho outros quatro filhos alem de você e eu preciso dar atenção para todos eles, você não é o centro de tudo Edward. Coloque-se no lugar deles, lembra de quando Rosalie chegou? Alias, lembra de quando Esme chegou? Você tinha sempre mais atenção que elas, sempre, mas você sempre achou que isso fosse um direito seu, mas nunca se colocou no lugar delas, não é só você que se sente só sem atenção, eles também se sentem, eles também precisam de carinho, precisam de cuidado, precisam de um pai... Entenda filho, antes eu só tinha você, era a única pessoa a quem eu me dedicava, mas agora é diferente. Você gosta de ter irmãos e mãe não gosta? – ele me perguntou e eu nem precisava pensar pra responder.
- Claro que sim...
-Então entende que eles também precisam de cuidado e carinho, mas nem por isso eu deixei de amar você. – disse ele, então me abraçou mais forte.
- Entendi papai, me desculpe. – falei.
- Que ótimo que entendeu! – disse ele, mas então fez algo que eu realmente não esperava, me deitou em seu colo e puxou minha cueca até os joelhos e eu olhei nervoso pra ele.
- Você bateu no seu irmão e como eu disse nada de brigas! – meus olhos estavam cheios de veneno outra vez, eu não podia acreditar no que ele estava dizendo, minha espinha gelou outra vez.
-Não paii! Por favor! Isso não vai acontecer outra vez, eu jurooooo! – berrei nervoso, mas meu pai não disse nada. Comecei a espernear em seu colo, eu queria sair, eu não queria apanhar, de jeito nenhum! O pior é que Carlisle não ligava para o que eu queria agora e então as palmadas começaram a chover no meu traseiro enquanto eu esperneava feito louco.
PAFT* aaaaaaaaauuuuuuuuuh!
PAFT*aaaaaaaaaiiii papaiiiiiii!
PAFT*aaaaaah!
PAFT*PAFT*PAFT*PAFT*PAFT****Aaaaaaahhaaaiiiiii!
Nunca PAFT*PAFT*aaaaaaauuuu!
Mais PAFT*PAFT*aaaaahhaaaiiiiiiiiiiiii!
Brigue PAFT*PAFT*aaaaiiii papaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiê!
Com PAFT*PAFT*aahhaaaiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Seus PAFT*PAFT*Desculpaaaaaaaaaaa!
Irmãos PAFT*PAFT*Awwwwwww papaaaaiiii!
PAFT*PAFT*PAFT****Aaaaaaahhaaaiiiiii!
PAFT*PAFT*PAFT****Aaaaaaahhaaaiiiiii! Desculpaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaa!
Quando eu senti a mão dele parar de cair no meu traseiro o inferno na minha bunda não parou de queimar, mas eu me senti mais aliviado. Todo o desespero que senti estava ali, vivido nos meus olhos, escorrendo pelas minhas bochechas.
Carlisle subiu minha cueca e eu assobiei de dor, então ele me sentou em seu colo.
-Nunca mais faça algo assim Edward! Entendeu? – ele perguntou serio.
-S-Simmm! – respondi em soluços, então ele me abraçou e esperou que eu me acalmasse...
Depois de um tempo eu já sentia os soluços virem com muito pouca freqüência, então Carlisle me deixou sobre meus pés.
-Estou de castigoo? – perguntei olhando nervoso pra ele.
-Não. Se vista e então pode descer. – ele falou sorrindo pra mim, mas eu não estava tão feliz assim e a dor estava latejando na minha bunda.
O resto da noite foi legal, papai nos levou no cinema e repreendeu Emmett porque ele ficou tirando sarro com minha cara. A gente foi jantar fora pelo menos, e esse jantar não foi na mata, diga-se de passagem... Papai terminou prometendo a Alice que no final da semana que vem a gente vai pro shopping, isso é até bom porque o aniversário de Rosalie está perto e a gente pode comprar logo o presente... Antes de dormir eu li um pouco, depois mamãe foi me cobrir, eu não tenho mais idade pra isso e ela sabe, mas eu nunca neguei esses momentos de maternidade a ela, principalmente porque Carlisle vive me lembrando que fui eu que substituí o bebê que ela perdeu...
Papai também foi até o meu quarto, ficou comigo até que eu adormeci... Agora eu sei que apesar de tudo ele me ama e mesmo que diga coisas sem pensar não significa que o amor dele por mim acabou... Ah! Ele também me obrigou a pedir desculpas a Jasper e vice-versa... E assim tudo acabou bem...tirando apenas nossos traseiros...
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